Archive for the ‘Clássicos’ Category
Palavra na Tela 2008

Continuando a bem-sucedida série “Palavra na Tela”, que começou, em 2007, discutindo a relação da internet com o jornalismo, a literatura e a crítica. Desta vez, o objetivo é expandir a discussão para a relação dos jornalistas tradicionais com o novo formato “blog”, também para falar dos podcasts (programetes de rádio via Web), do universo do humor e até do empreendedorismo na chamada Web 2.0. Em maio de 2008, sempre às terças-feiras, a partir das 20 horas, na Casa Mário de Andrade**.
6/5 — “Internet, Jornalistas e Blogueiros”
Já foi! - Ouça aqui (sem informações de duração…mas vai mais de hora)…
Como a grande mídia está se adaptando à internet? Como é a transposição do papel para a tela (ou do rádio para a tela ou da TV para a tela de computador)? Quais as vantagens do formato blog (e quais as desvantagens)? Todo jornalista, a partir de agora, tem de ser um pouco blogueiro? O que falta à blogosfera brasileira?
- Luli Radfahrer
- Michel Laub
- Mario “AV” Amaya
13/5 — “Internet e Podcasts”
O que é um podcast? Por que o formato podcast ainda não aconteceu no Brasil? Podcast pode ser melhor do que rádio (ou já é)? Podcast pode dar dinheiro? Como? Quais são as principais barreiras para o desenvolvimento dos podcasts no nosso País?
- Guilherme Werneck
- Michel Lent
- Fausto Vieira
20/5 — “Internet e Humor”
Por que alguns sites e blogs de humor são os mais acessados e mais bem-sucedidos da internet brasileira? Vale a pena, financeiramente, produzir conteúdo de humor? E quando se leva a piada muito a sério (leia-se: você já sofreu processo)? Existe censura no humor on-line brasileiro? O humor pode ter alguma força política?
- André Dahmer
- Wagner “Mr Manson” Martins
- Arnaldo Branco
27/5 — “Internet e Empreendedorismo”
Quando se percebe que se tem um negócio nas mãos? E quando a internet é a melhor plataforma para implementá-lo? Por que muitos empreendimentos on-line falharam (ou continuam falhando)? O que define um empreendedor de Web? (Existe diferença?) Algum dia vamos ter, realmente, o Vale do Silício brasileiro?
- Edney Souza
- André Garcia
- Cristiano Dias
Serviço:
Casa Mario de Andrade
Rua Lopes Chaves, nº 546
Pacaembu
Terças-feiras: 6, 13, 20 e 27 de maio de 2008
A partir das 20hs.
Grátis
Sempre com mediação do Editor do Digestivo Cultural
25 vagas apenas — Inscrições: 11 3666-5803 ou pelo e-mail.
Depois do esquilo…
…procurei um bocado por este desenho. Não encontrei. Por sorte, dias depois o Hiro, publicou um post sobre o desenho.
Feed the Kitty - 1952
Junto com o do esquilo, e do sapo cantor Feed the Kitty é um dos meus desenhos Warner “sem personagens famosos” favoritos.
Curiosidades:
- A dupla, formada por Marco Antonio (o buldogue) e Pussyfoot (a gatinha fofa) ainda protagonizou 3 filmes: Kiss me cat (1953), Feline Frame-Up (1954) e Cat feud (1958).
- Um buldogue semelhante a Marco Antonio já havia aparecido em filmes anteriores da Warner, mas sem ser identificado.
- Apesar de Pussyfoot ser considerada uma personagem feminina em Go Fly a Kit (1957), um gato muito semelhante a Pussybot aparece como macho.
- Pussyfoot também é conhecida como Cleo ou Kitty.

Nosferatu em qualidade de DVD
Nosferatu é um clássico do cinema mudo de F. W. Murnau (1922). Assisti o filme há muito tempo atrás na TVE, de madrugada. Apesar dos anos passados o filme ainda me causou arrepios.
Agora o filme, já disponível em domínio público ha algum tempo, está disponível em qualidade de dvd no Internet Archive, dividido em quatro partes.
Curiosidades: O roteiro foi baseado no Drácula de Bram Stoker, apesar dos herdeiros do escritor não concederam a Murnau autorização para realizar este filme. Murnau trocou nomes, lugares mas não escapou de um processo por violação de direitos autorais. A justiça ordenou que todas as cópias do filme fossem destruídas, mas algumas cópias escaparam e permaneceram guardadas até a morte da viúva de Bram Stoker.
Much Ado About Nutting
Um dia no mercado vi uma pilha de castanhas e comentei com o Tiago, enquanto enfiava as mãos nas castanhas, que me sentia o esquilo do desenho. Ele não sabia a que desenho eu me referia então contei a estória do esquilo que tenta abrir um côco.
Preste atenção nos fundos, na movimentação do esquilo, nas expressões. O desenho não tem diálogos, nem narrativas, apenas a trilha sonora (perfeita) ao fundo. Olho maior que a barriga, o esquilo passa por diversas gondolas de amendoim, nozes, castanhas e, finalmente, de cocos. Logo ele descobre que não é fácil abrir um côco. O que se segue são situações onde o esquilo tenta, em vão, abrir aquela enorme noz. O final é bem nonsense.
E viva a internet por conseguir achar coisas tão obscuras da minha infância.
Mais:
Much Ado About Nutting no IMDB